Mudanças no algorítimo do Facebook: veja o que esperar da rede social

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As constantes mudanças no algorítimo do Facebook influenciam a forma como os usuários lidam com o conteúdo de suas respectivas linhas do tempo. Do mesmo modo, as páginas de empresas também precisam se readaptar para tentar se manterem relevantes mesmo com essas alterações frequentes.

Os conteúdos gerados para engajar, assim como as campanhas específicas, precisam ter um alcance amplo e que atinja o público de maneira satisfatória, entretanto, isso tem sido cada vez mais difícil.

Você vai conferir, a seguir, quais foram as mudanças recentes no algorítimo do Facebook e como elas impactam a disposição de posts na linha do tempo, especialmente para as páginas empresariais. Veja!

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Quais foram as alterações?

A nova mudança no algorítimo do Facebook foi anunciada pelo seu CEO, Mark Zuckerberg, diante de uma proposta principal: fazer com que usuários vejam prioritariamente publicações com as quais se sintam melhor, que, em sua concepção, seriam aquelas provenientes de familiares e amigos.

Mark acredita que esse tipo de publicação estimula as interações sociais, de fato, o que sempre foi a grande proposta do Facebook. Em seu discurso, ele também reforçou que algumas publicações, como notícias, por exemplo, têm causado grande tensão e discussões entre usuários, o que descaracteriza o foco principal da rede social.

Com isso, literalmente, é possível dizer que, cada vez menos, os usuários do Facebook verão publicações de empresas e de veículos jornalísticos, tudo isso em favor de posts nos quais haja maior interação social, ou seja, de usuários comuns.

Como isso impacta nas estratégias de empresas?

As empresas serão as grandes afetadas por essa mudança no algorítimo do Facebook. A partir de agora, será cada vez mais difícil figurar na linha do tempo dos usuários. Isso, no entanto, não quer dizer que as empresas não terão mais seus posts vistos, porém o alcance deles será naturalmente reduzido.

Entretanto, é possível se manter relevante mesmo com essas mudanças, ainda que elas já representem algum prejuízo na visibilidade dos posts corporativos. Cada vez mais, será necessário trabalhar em publicações que estimulem o verdadeiro engajamento, de modo que os usuários interajam.

É importante oferecer um conteúdo que gere reações diferentes e, principalmente, comentários. Essa estratégia segue o conceito que Mark está tentando implementar sobre interações, ainda que esse tipo de post seja proveniente de empresas.

Quanto mais uma página se aproximar do comportamento de um usuário comum, ou seja, propor interações e discussões nos posts, mais relevante ela vai se tornar, conquistando espaço na linha do tempo do usuário, mesmo com as mudanças recentes.

Estratégia por trás das mudanças

Diante de uma análise comercial, é possível ter uma ótica mais crítica e profunda dessa mudança do Facebook. As campanhas pagas não sofrerão com as mudanças, ou seja, permanecerão com bom alcance de usuários.

Isso acaba obrigando, cada vez mais, as empresas a investirem em tráfego pago. O Facebook “premia” as páginas que optam por esse tipo de campanha, oferecendo mais alcance nas publicações orgânicas (as gratuitas), que tendem a ser mais difíceis de obter, ao menos que, regularmente, haja campanhas pagas.

É possível observar que a estratégia de Mark não é somente para beneficiar o público da rede social. Há um viés corporativo, visando a, cada vez mais, captar investimentos por parte das campanhas pagas.

“Fake news” podem crescer

olhoEssas mudanças diminuirão também o alcance de páginas de conteúdo jornalístico, o que pode contribuir ainda mais para um fenômeno relevante e muito perigoso no Facebook: as fake news.

Muitos usuários, alguns por pura inocência, costumam compartilhar notícias falsas, o que poderia ser facilmente desmentido pela atuação de veículos de mídia nas redes sociais.

Se há cada vez menos espaço para eles na linha do tempo dos usuários, há cada vez mais propagação de informações falsas. No Brasil, esse impacto já pode ser sentido, uma vez que a Folha de São Paulo encerrou sua atuação no Facebook. A atitude é uma “resposta” às atualizações.

A mudança no algorítimo do Facebook é uma realidade e é importante que as empresas estejam atentas a estratégias que as deixem mais próximas das interações, exercendo, com mais força ainda, o engajamento.

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